Fonte: Wikipedia. P ginas: 34. Cap tulos: Escritores naturalistas, Naturalismo em Portugal, Pintores do naturalismo, Romances naturalistas, mile Zola, O Ateneu, Casa de Pens o, O Corti o, Henrique Pinto, A Carne, Alfredo Keil, Grupo do Le o, Exposi es de Quadros Modernos, O Mulato, Abel Botelho, Jos J lio de Souza Pinto, Raul Brand o, Jo o Vaz, O cromo, Aur lia de Sousa, Carlos Malheiro Dias, Henrique Pous o, Theodore Dreiser, Columbano Bordalo Pinheiro, O Bar o de Lavos, J. Rodrigues Vieira, Literatura do naturalismo, Frans Hals, Ant nio da Silva Porto, Jos Malhoa, Teixeira de Queir s, Alexandre da Concei o, J lio Louren o Pinto, Jo o Marques de Oliveira, Luzia-Homem, Th r se Raquin, Morbus, Jos Augusto Vieira, Germinal, Ramalho J nior, Jules de Goncourt, La joie de vivre, Emilia Pardo Baz n, Ant nio Jos da Silva Pinto, Pintura do Naturalismo, La faute de l'abb Mouret, Carlos Ant nio Rodrigues dos Reis, Teatro do naturalismo, Jos Ant nio dos Reis D maso. Excerto: mile Zola ( mile- douard-Charles-Antoine Zola) (Paris, 2 de abril de 1840 - Paris, 29 de setembro de 1902) foi um consagrado escritor franc s, considerado criador e representante mais expressivo da escola liter ria naturalista al m uma importante figura libert ria da Fran a. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os respons veis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi v tima. mile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro Fran ois Zola e sua esposa milie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Coll ge Bourbon (atualmente conhecido como Coll ge Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lyc e Saint-Louis. Devido ?'s complica es financeiras por que passou ap?'s a morte do pai, Zola levado a trabalhar em uma s rie de escrit rios, ocupando cargos de pouca influ ncia. Inicia-se no ramo jornal stico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Ville...